{"id":120177,"date":"2025-04-23T14:30:24","date_gmt":"2025-04-23T17:30:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fatosefotosnews.com.br\/?p=120177"},"modified":"2025-04-23T14:30:24","modified_gmt":"2025-04-23T17:30:24","slug":"povo-rikbaktsa-volta-a-extrair-latex-sem-patroes-e-respeitando-a-mata","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fatosefotosnews.com.br\/?p=120177","title":{"rendered":"Povo Rikbaktsa volta a extrair l\u00e1tex sem patr\u00f5es e respeitando a mata"},"content":{"rendered":"<div class=\"header-noticia full-width\">\n<h3 class=\"linha-fina-noticia\">Terra ind\u00edgena vai fornecer mat\u00e9ria-prima \u00e0\u00a0empresa francesa Michelin<\/h3>\n<\/div>\n<div class=\"subheader\">\n<div class=\"container-autoria\">\n<h3 class=\"local\"><\/h3>\n<\/div>\n<nav class=\"compartilhamento rowflex\"><\/nav>\n<\/div>\n<div class=\"capa-materia rel-position\"><\/div>\n<div id=\"block-tts-block-tts\" class=\"block block-tts\">\n<div class=\"content\">\n<div id=\"tts-container\" class=\"container-audio rel-position\">\n<div class=\"title abs-position\">Foto: Fernando Fraz\u00e3o<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"conteudo-noticia\">\n<p>No noroeste do estado de Mato Grosso, o povo ind\u00edgena Rikbaktsa se organiza para retomar a produ\u00e7\u00e3o de borracha, abandonada h\u00e1 pouco mais de uma d\u00e9cada.\u00a0<strong>A\u00a0atividade \u00e9 considerada uma alternativa para gerar renda para as aldeias e tamb\u00e9m para ajudar na preserva\u00e7\u00e3o das seringueiras, consideradas as m\u00e3es da floresta.\u00a0<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1639337&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1639337&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>Os Rikbaktsa\u00a0pretendem que os territ\u00f3rios ind\u00edgenas voltem\u00a0a fornecer a mat\u00e9ria-prima \u00e0\u00a0empresa francesa Michelin, que realiza compras de borracha na Amaz\u00f4nia.<strong>\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Para os Rikbaktsa, a natureza deve ser cuidada, pois a floresta ser\u00e1 deixada para os netos, bisnetos e todas as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es. Esse \u00e9 o diferencial na hora da extra\u00e7\u00e3o do l\u00e1tex, mat\u00e9ria-prima para a produ\u00e7\u00e3o da borracha, das seringueiras.\u00a0<strong>Nas terras ind\u00edgenas, os ciclos da planta s\u00e3o respeitados, os cortes n\u00e3o s\u00e3o profundos e s\u00e3o feitas pausas na extra\u00e7\u00e3o, para garantir que a planta se recupere.<\/strong><\/p>\n<p>Abundantes na regi\u00e3o, as seringueiras, que podem viver mais de 200 anos, j\u00e1 foram motivo de disputa de territ\u00f3rio. Nas d\u00e9cadas de 1940, 1950 e 1960, o povo Rikbaktsa e os seringueiros viveram diversos conflitos. Mais recentemente, os ind\u00edgenas passaram, eles mesmos, a produzir a borracha como forma de gerar renda. No entanto, os pre\u00e7os\u00a0pouco atrativos, que chegavam a R$ 0,50 o quilo (kg), e a dificuldade de escoamento da produ\u00e7\u00e3o\u00a0fizeram com que abandonassem a pr\u00e1tica.<\/p>\n<p><strong>A Amaz\u00f4nia vive\u00a0um novo ciclo da borracha para os povos extrativistas,<\/strong>\u00a0com um novo olhar para o com\u00e9rcio, agora sem atravessadores ou &#8220;patr\u00f5es&#8221;, e com foco na sustentabilidade. Um dos propulsores \u00e9 o projeto Juntos pela Amaz\u00f4nia \u2013 Revitaliza\u00e7\u00e3o da Cadeia Extrativista da Borracha, composto por organiza\u00e7\u00f5es nacionais, como a organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental (ONG) Memorial Chico Mendes, por organiza\u00e7\u00f5es internacionais e por empresas interessadas nesse com\u00e9rcio, como a Michelin,\u00a0uma das l\u00edderes mundiais em produ\u00e7\u00e3o de pneus.<\/p>\n<p>Nas terras ind\u00edgenas do povo Rikbaktsa, \u00e9 o projeto Biodiverso que presta apoio e faz a ponte com o Memorial Chico Mendes, que, por sua vez, conecta os territ\u00f3rios aos compradores. O projeto, patrocinado pela Petrobras, oferece tamb\u00e9m forma\u00e7\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o ambiental e equipamentos, al\u00e9m de cuidar da log\u00edstica do escoamento do produto.<\/p>\n<p>Os territ\u00f3rios chegaram a comercializar com a Michelin em 2008, produzindo 17 toneladas de borracha, de acordo com o Biodiverso. Agora, esses acordos est\u00e3o sendo retomados e a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que se tornem mais duradouros.<\/p>\n<p>Segundo o Biodiverso,\u00a0<strong>a expectativa \u00e9 que sejam comercializadas 90 toneladas de borracha nativa at\u00e9 2027<\/strong>, considerando toda a \u00e1rea atendida pelo projeto, que engloba as TIs Erikpatsa, Japu\u00edra, Escondido, Arara do Rio Branco, Aripuan\u00e3 e Reserva Extrativista Guariba Roosevelt.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><img decoding=\"async\" title=\"Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/FO-gGwd6KG6NlX-RgTj7fh6MBxI=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2025\/04\/18\/dji_0775.jpg?itok=E9Ed8RNU\" alt=\"Brasnorte (MT), 09\/04\/2025 \u2013 Vista da aldeia Beira Rio com o Rio Juruena, na Terra Ind\u00edgena Erikpatsa, do Povo Rikbaktsa. Foto: Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\" \/><\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<h6 class=\"meta\">\u00a0Vista da aldeia Beira Rio com o Rio Juruena, na Terra Ind\u00edgena Erikpatsa, do Povo Rikbaktsa.\u00a0<strong>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/h6>\n<\/div>\n<\/div>\n<h2>Retomada da produ\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Nas aldeias, a retomada dos contratos est\u00e1 chamando a aten\u00e7\u00e3o dos ind\u00edgenas. Antigos produtores e tamb\u00e9m jovens est\u00e3o interessados em garantir uma renda com a extra\u00e7\u00e3o do l\u00e1tex.<\/p>\n<p>Na aldeia P\u00e9 de Mutum, na TI Japu\u00edra, Donato Bibitata, de\u00a067 anos, \u00e9 um dos ind\u00edgenas que voltou a extrair o l\u00e1tex das seringueiras. Ele trabalhou com a produ\u00e7\u00e3o da borracha h\u00e1 cerca de 15 anos e a deixou por conta dos baixos pre\u00e7os. Agora, diz que a produ\u00e7\u00e3o ficou mais atraente.<\/p>\n<p>Experiente, Donato Bibitata explica que \u00e9 preciso cuidar das \u00e1rvores, dar o tempo necess\u00e1rio para que se recuperem e n\u00e3o cortar muito fundo, para n\u00e3o \u201cmachucar\u201d as plantas e reduzir o volume da produ\u00e7\u00e3o. \u201cTem que ter paci\u00eancia, tem que ter d\u00f3 tamb\u00e9m, n\u00e3o pode\u00a0machucar\u00a0muito.\u00a0Se n\u00e3o, ela morre\u201d, diz.<\/p>\n<p>A ideia \u00e9 que a atividade passe a atrair tamb\u00e9m os mais jovens, dando uma perspectiva de renda e futuro. \u201cTem muita seringueira aqui na nossa regi\u00e3o. Nosso territ\u00f3rio aqui \u00e9 rico de seringa, para tirar a borracha. N\u00f3s estamos intensificando [a produ\u00e7\u00e3o], com mais gente, para que gere mais para os jovens, n\u00e9?\u201d, diz.<\/p>\n<p>Perguntado sobre quantos anos vive uma seringueira, ele perde as contas.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cCuidando bem, a seringueira vive mais que uma pessoa. Voc\u00ea cuidando bem, \u00e9 uma coisa que faz a diferen\u00e7a. Seus netos continuam\u00a0trabalhando. A gente fala para esses jovens de agora: a gente come\u00e7a e, depois, voc\u00eas que v\u00e3o terminar. S\u00e3o os jovens que est\u00e3o crescendo e trabalhando. Se n\u00e3o machucar a seringueira, ela dura muito, vixe, mas dura\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<p>Donato Bibitata conta que teve uma inf\u00e2ncia dura. Foi uma das crian\u00e7as ind\u00edgenas que foram levadas para internatos cat\u00f3licos na d\u00e9cada de 1960. L\u00e1, ele conta que n\u00e3o podia falar na l\u00edngua Rikbaktsa, apenas o portugu\u00eas. \u201cA gente aprendeu muita coisa boa e muita coisa ruim. A gente n\u00e3o tinha direito visitar m\u00e3e nem pai. Voc\u00ea tinha que falar s\u00f3 portugu\u00eas. Se falasse a l\u00edngua, a cultura, voc\u00ea apanhava\u201d.<\/p>\n<p>Quando terminou os estudos, o seringueiro voltou para o territ\u00f3rio ind\u00edgena. Chegou tamb\u00e9m a ser professor municipal e, agora, aposentado, voltou a extrair o l\u00e1tex para garantir uma renda extra.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio de Donato Bibitata, Rogerderson Natsitsabui, 30 anos, \u00e9 novato na atividade e est\u00e1 interessado em aprender. \u201cIsso chamou nossa aten\u00e7\u00e3o, n\u00e9?\u201d, diz. \u201c[Essa atividade] j\u00e1 vinha com meus pais, meus av\u00f3s e isso tamb\u00e9m me motivou. Vou trabalhar para mim, estou necessitando e acredito que muitos jovens est\u00e3o no mesmo barco, ent\u00e3o isso vai fortalecer muito\u201d, diz.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><img decoding=\"async\" title=\"Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/cMRRvu9JaEnFAC0Z4u0bVW60NTE=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2025\/04\/18\/_d6a3767.jpg?itok=cLTcXF1a\" alt=\"Juara (MT), 08\/04\/2025 \u2013 O ind\u00edgena Rogederson Natsitsabui da aldeira P\u00e9 de Mutum, Terra Ind\u00edgena Japu\u00edra, do Povo Rikbaktsa. Foto: Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\" \/><\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<h6 class=\"meta\">O ind\u00edgena Rogederson Natsitsabui da aldeira P\u00e9 de Mutum, Terra Ind\u00edgena Japu\u00edra, do Povo Rikbaktsa\u00a0<strong>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/h6>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Rogerderson Natsitsabui conta, no entanto, que a extra\u00e7\u00e3o do l\u00e1tex servir\u00e1 apenas para complementar a renda, porque ele deseja cursar o ensino superior. O sonho \u00e9 formar-se em direito, para advogar para a aldeia.<\/p>\n<p>\u201cEu acredito que futuramente eu vou, se Deus quiser, ingressar numa faculdade. Para mim, isso \u00e9 um avan\u00e7o, mas eu nunca vou deixar o que eu aprendi aqui\u201d, diz. \u201cMeu foco desde quando eu comecei a participar de mobiliza\u00e7\u00f5es\u00a0sempre foi o direito. Eu nunca desisti disso\u201d.<\/p>\n<h2>Oportunidades<\/h2>\n<p>Segundo o assessor de Mercados do Biodiverso, Renato Pereira, a extra\u00e7\u00e3o de l\u00e1tex tem como objetivo \u201cgarantir que essas fam\u00edlias de extrativistas ind\u00edgenas permane\u00e7am nas suas \u00e1reas, protegendo seus territ\u00f3rios, sendo guardi\u00f5es dos seus territ\u00f3rios, trabalhando com a floresta de p\u00e9, agregando o valor produto\u201d. Ele acrescenta:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cAquilo que \u00e9 extra\u00eddo de uma maneira sustent\u00e1vel, tem mais valor\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<p>O projeto Biodiverso atua tamb\u00e9m na Reserva Extrativista (Resex) Guariba Roosevelt, onde tamb\u00e9m \u00e9 feita a extra\u00e7\u00e3o do l\u00e1tex. O principal comprador ali \u00e9 a empresa francesa Veja, de cal\u00e7ados. Em 2024, nessa regi\u00e3o, a produ\u00e7\u00e3o chegou a 8,2 toneladas, comercializadas a R$ 15 por kg, chegando a um total de R$ R$ 123 mil para a Resex.<\/p>\n<p>A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que as TIs do noroeste do Mato Grosso sejam tamb\u00e9m beneficiadas e tenham comprador garantido. A partir de 2025, foi negociado inclusive um reajuste e\u00a0o l\u00e1tex ser\u00e1 comercializado a R$ 13 por kg para a Michelin, segundo o analista de sustentabilidade da ONG Memorial Chico Mendes Jhassem Siqueira.<\/p>\n<p>\u201cAntes, a produ\u00e7\u00e3o de borracha era uma produ\u00e7\u00e3o explorada, associada a trabalho escravo, por conta de figuras como atravessadores e do pr\u00f3prio patr\u00e3o. Ent\u00e3o, esse novo paradigma que essas empresas estabeleceram \u00e9 eliminar a figura do patr\u00e3o e ter contato direto com as associa\u00e7\u00f5es [das terras ind\u00edgenas e extrativistas]. Retomaram com o que a gente chama de um pre\u00e7o justo, que elimina a figura do patr\u00e3o\u201d, diz Siqueira.<\/p>\n<p>A parceria entre o Biodiverso e o coletivo Juntos pela Amaz\u00f4nia dever\u00e1 ser firmada ainda este ano, o que permitir\u00e1 a formaliza\u00e7\u00e3o das vendas.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;N\u00f3s observamos a qualidade da borracha de Mato Grosso e de Rond\u00f4nia e realmente \u00e9 uma qualidade muito apropriada para Michelin&#8221;, explica o analista de sustentabilidade. &#8220;A empresa j\u00e1 aceitou. O que n\u00f3s estamos conversando agora \u00e9 de que como \u00e9 que a gente vai inserir eles nesse arranjo. A gente t\u00e1 nesse momento agora de formaliza\u00e7\u00e3o dos termos de parceria&#8221;, diz.<\/p><\/blockquote>\n<h2>Biodiverso<\/h2>\n<p>O projeto Biodiverso \u00e9 desenvolvido pela Organiza\u00e7\u00e3o da Sociedade Civil de Interesse P\u00fablico (OSCIP) Pacto das \u00c1guas e tem como objetivo promover o uso sustent\u00e1vel da sociobiodiversidade, com povos ind\u00edgenas e comunidades tradicionais no noroeste do estado de Mato Grosso, como estrat\u00e9gia para mitigar o aquecimento global e as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas pela defesa da conserva\u00e7\u00e3o da floresta em p\u00e9.<\/p>\n<p>O objetivo do Biodiverso \u00e9 que o projeto possa dar suporte, ao todo, a 300 extrativistas na produ\u00e7\u00e3o de 800 toneladas de castanha, 90 toneladas de borracha e 15 toneladas de \u00f3leo de copa\u00edba com boas pr\u00e1ticas de produ\u00e7\u00e3o padronizadas e com assist\u00eancia t\u00e9cnica peri\u00f3dica, at\u00e9 2027. Com isso, espera-se garantir a conserva\u00e7\u00e3o de 1,4 milh\u00e3o de hectares no bioma amaz\u00f4nico.<\/p>\n<p>O projeto \u00e9 patrocinado pela Petrobras, como parte do Programa Petrobras Socioambiental. Segundo o gerente de projetos ambientais na \u00e1rea de responsabilidade social da Petrobras, Greg\u00f3rio Ara\u00fajo, o programa apoia atualmente 170 projetos\u00a0distribu\u00eddos em quatro eixos: florestas, oceano, educa\u00e7\u00e3o e desenvolvimento econ\u00f4mico sustent\u00e1vel. As organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil patrocinadas s\u00e3o selecionadas por meio de sele\u00e7\u00f5es p\u00fablicas.<\/p>\n<p>&#8220;O projeto [Biodiverso] dialoga e d\u00e1 uma resposta muito contundente em rela\u00e7\u00e3o a solu\u00e7\u00f5es baseadas na natureza para o enfrentamento da mudan\u00e7a clim\u00e1tica. Mostra que o a fala da Petrobr\u00e1s n\u00e3o \u00e9 descontextualizada, ela n\u00e3o \u00e9 vazia, tem a\u00e7\u00f5es concretas, tanto do ponto de vista da opera\u00e7\u00e3o, do ponto de vista da diversifica\u00e7\u00e3o produtiva, quanto do ponto de vista dessas solu\u00e7\u00f5es mais difusas, \u00e9, que a gente faz com os projetos&#8221;, diz Ara\u00fajo.<\/p>\n<p>A convite da Petrobras, que patrocina o projeto Biodiverso, a\u00a0<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>\u00a0visitou nos dias 8 e 9 de abril, tr\u00eas aldeias nas TIs Erikpatsa e Japu\u00edra, do povo Rikbaktsa.<\/p>\n<p><em>*A equipe da Ag\u00eancia Brasil viajou a convite da Petrobras, patrocinadora do projeto Biodiverso<\/em><\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-gallery\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<div class=\"scald-gallery scald-gallery-421517\">\n<div class=\"galleria-container notouch galleria-theme-azur\">\n<div class=\"galleria-stage\">\n<div class=\"galleria-info toggler open\">\n<div class=\"galleria-info-text\">\n<div class=\"galleria-info-title\">Terra Ind\u00edgena Erikpatsa, do Povo Rikbaktsa<\/div>\n<div class=\"galleria-info-authors\">Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"galleria-captionclose\">\u00d7<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"galleria-images\">\n<div class=\"galleria-image\">\n<div class=\"galleria-layer\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"galleria-image\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/DM7993tLg871P7USPQ8Cdk6dk9A=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2025\/04\/18\/_d6a7266.jpg?itok=MVYG1YLZ\" width=\"700\" height=\"467\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No noroeste do estado de Mato Grosso, o povo ind\u00edgena Rikbaktsa se organiza 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