{"id":74029,"date":"2024-02-11T07:48:00","date_gmt":"2024-02-11T10:48:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fatosefotosnews.com.br\/mulheres-na-ciencia-5-pesquisadoras-brasileiras-que-fazem-a-diferenca\/"},"modified":"2024-02-11T07:48:00","modified_gmt":"2024-02-11T10:48:00","slug":"mulheres-na-ciencia-5-pesquisadoras-brasileiras-que-fazem-a-diferenca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.fatosefotosnews.com.br\/?p=74029","title":{"rendered":"Mulheres na ci\u00eancia: 5 pesquisadoras brasileiras que fazem a diferen\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p><meta name=\"robots\" content=\"noindex\"><mreta name=\"googlebot\" content=\"noindex\"><\/p>\n<div class=\"Noticia_Foto fato\">\n<figure class=\"foto-legenda\" style=\"position: relative\">\n<div class=\"foto-legenda-img\"> <img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.statig.com.br\/bancodeimagens\/4q\/oe\/ch\/4qoech6oav9mkhxahn4u53oa9.jpg\" width=\"906\" height=\"509\" alt=\"Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ci\u00eancia\" title=\"Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ci\u00eancia\"> <\/div><figcaption class=\"foto-legenda-citacao\"> <cite>Divulga\u00e7\u00e3o<\/cite> <\/p>\n<div class=\"foto-legenda-citacao-text\">Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ci\u00eancia<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<\/p>\n<\/div>\n<p class=\"\">As estat\u00edsticas apontam que a ci\u00eancia ainda \u00e9 um setor dominado pelo g\u00eanero masculino. Dados da Unesco (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e a Cultura), mostram que as mulheres est\u00e3o presentes em apenas 3 de cada 10 ocupa\u00e7\u00f5es em ci\u00eancia, tecnologia, engenharia e matem\u00e1tica no Brasil, ainda que representem 44% da for\u00e7a de trabalho no pa\u00eds, de acordo com dados de 2020 da Rela\u00e7\u00e3o Anual de Informa\u00e7\u00f5es Sociais &#8211; RAIS.<\/p>\n<p>Dados do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico), indicam que as mulheres brasileiras atuantes na \u00e1rea de pesquisa s\u00e3o altamente qualificadas, sendo mais numerosas do que os homens. Levantamento recente, extra\u00eddos da Base Lattes em 21 de janeiro de 2024 em atendimento a consulta da Embrapii, indica haver um total de 822.550 curr\u00edculos atualizados, entre mestres e doutores em atividade no pa\u00eds, nos \u00faltimos cinco anos. As mulheres s\u00e3o maioria nesse universo, com 441.849 curr\u00edculos (53,72%), contra 380.701 (46,28%) dos homens.<\/p>\n<p>Apenas no ano de 2023, foram registrados 42.852 grupos de pesquisa ativos no CNPq, atuando em 156.386 linhas diferentes, que envolveram o trabalho de um total de 247.455 pesquisadores. Destes, 129.090 s\u00e3o mulheres, representando 52% do total. Entre essas pesquisadoras, 65% j\u00e1 conclu\u00edram o doutorado. As principais \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o s\u00e3o: Ci\u00eancias Humanas, Ci\u00eancias da Sa\u00fade, Sociais Aplicadas, Letras e Artes, Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas, Engenharias e Computa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancias Exatas e da Terra, entre outras.<\/p>\n<p>Apesar da alta qualifica\u00e7\u00e3o, os cargos de lideran\u00e7a ainda s\u00e3o pouco ocupados pelas mulheres. Dos grupos de pesquisa, apenas 17.985 s\u00e3o coordenados pelo g\u00eanero feminino, segundo dados do CNPq. Ou seja, apenas 13,5% das 129.090 pesquisadoras est\u00e3o chefiando equipes. E essa \u00e9 a reflex\u00e3o proposta pelo Dia Internacional das Meninas e Mulheres nas Ci\u00eancias, celerado em todo o mundo no dia 11 de fevereiro. A data foi criada pela Unesco e pela ONU-Mulher para promover a igualdade de g\u00eanero na ci\u00eancia.<\/p>\n<p>&#8220;As estat\u00edsticas revelam uma significativa disparidade de g\u00eanero na ci\u00eancia. Apesar de representarem a maioria de mestres e doutores ativos nos \u00faltimos 5 anos, a presen\u00e7a das mulheres diminui conforme ascendem nas posi\u00e7\u00f5es hier\u00e1rquicas, enfrentando desafios como menor acesso a financiamento e oportunidades de destaque. Precisamos de pol\u00edticas p\u00fablicas robustas para que essa discrep\u00e2ncia, que \u00e9 hist\u00f3rica, se afaste da cada vez mais e que os espa\u00e7os sejam ocupados de forma equitativa. E a ci\u00eancia tem papel relevante nesta constru\u00e7\u00e3o\u201d, destaca a ministra da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o, Luciana Santos.<\/p>\n<p>Para homenagear aquelas que representam a for\u00e7a feminina da institui\u00e7\u00e3o, a Embrapii traz para os holofotes cinco pesquisadoras que contribuem para os projetos de desenvolvimento tecnol\u00f3gico que envolvem o \u00f3rg\u00e3o e impulsionam a inova\u00e7\u00e3o brasileira. A partir deste ano, a institui\u00e7\u00e3o pretende criar meios para incentivar que as pesquisadoras das 95 Unidades Embrapii venham a assumir posi\u00e7\u00f5es hier\u00e1rquicas, de forma mais igualit\u00e1ria aos homens.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um problema percebido, especialmente em \u00e1reas que lidam com conhecimento e inova\u00e7\u00e3o, essa assimetria entre a participa\u00e7\u00e3o das mulheres na sociedade e a presen\u00e7a delas nesses ambientes de trabalho. A Embrapii se soma a essa preocupa\u00e7\u00e3o global e pretende desenvolver uma estrat\u00e9gia pr\u00f3pria de est\u00edmulo, em parceria com as Unidades Embrapii, para amplia\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o das mulheres nesses ambientes. Temos que trabalhar para equalizar e n\u00e3o fazer nenhuma concess\u00e3o generosa. A mulher tem toda capacidade.\u201d, comenta o presidente da Embrapii, Chico Saboya.<\/p>\n<h3>Meninas na ci\u00eancia<\/h3>\n<p>Apaixonada pela \u00e1rea de STEM &#8211; termo da engenharia que engloba f\u00edsica, matem\u00e1tica, ci\u00eancia e tecnologia -, Jorsiele Damasceno Cerqueira, 34 anos, gerente da \u00e1rea tecnol\u00f3gica de automa\u00e7\u00e3o industrial do Senai Cimatec, conta com empolga\u00e7\u00e3o sobre o Garotas 4.0, uma iniciativa do Senai Cimatec, que conta com o apoio da Embrapii, onde meninas t\u00eam contato pela primeira vez com rob\u00f3tica, ci\u00eancia e tecnologia. Muitas alunas se imaginavam atuando em \u00e1reas como direito, empreendedorismo, entre outras, mas nunca tinham pensado na possibilidade de serem pesquisadoras e cientistas, at\u00e9 a chegada do projeto.<\/p>\n<p>Hoje, a iniciativa cresceu e conta com incentivos de \u00f3rg\u00e3os internacionais, como o Instituto Alem\u00e3o, do Google, al\u00e9m de conseguir bolsas de estudos para as estudantes e interc\u00e2mbio de conhecimento com alunas da Universidade Purdue, nos Estados Unidos. \u201cFalo com brilho nos olhos deste projeto, pois abriu uma perspectiva de vida para muitas meninas, principalmente, para alunas carentes que viram que \u00e9 poss\u00edvel ter mais uma oportunidade. Ganhamos alguns pr\u00eamios e reconhecimentos com este projeto, al\u00e9m de publica\u00e7\u00f5es sobre esse tema t\u00e3o importante, mulheres na \u00e1rea de STEM\u201d, finaliza a pesquisadora.<\/p>\n<h3>Pioneirismo na fibra \u00f3ptica e lideran\u00e7a em qu\u00e2ntica<\/h3>\n<p>Nos anos 90, a introdu\u00e7\u00e3o da World Wide Web e uso comercial da internet levou a um crescimento exponencial da demanda nas redes de comunica\u00e7\u00e3o, que contempla a \u00e1rea de \u00f3ptica, da f\u00edsica aplicada. Na \u00e9poca, a pesquisadora Val\u00e9ria Loureiro da Silva, 60 anos, j\u00e1 estudava fibra \u00f3ptica antes de virar uma febre por conta da internet. Ela investigava sobre os efeitos que poderiam ajudar a aumentar a quantidade de dados transmitidos pela tecnologia.<\/p>\n<p>Com vasta experi\u00eancia em pesquisa e desenvolvimento adquiridas nos Estados Unidos, Val\u00e9ria voltou para o Brasil e h\u00e1 11 anos \u00e9 l\u00edder do Laborat\u00f3rio de Engenharia \u00d3ptica e Fot\u00f4nica e, atualmente, coordenadora do Centro de Compet\u00eancias Embrapii em Tecnologias Qu\u00e2nticas no Senai Cimatec, em Salvador (BA). A Embrapii foi destaque em um levantamento da Qureca, empresa brit\u00e2nica de capacita\u00e7\u00e3o e de fomento empresarial em tecnologia qu\u00e2ntica, como a \u00fanica iniciativa na Am\u00e9rica Latina de desenvolvimento de uma tend\u00eancia global da ind\u00fastria do futuro.<\/p>\n<p>\u201cO Senai Cimatec foi um \u00f3timo casamento para mim, pois na Corning, uma das maiores fabricantes de fibra \u00f3ptica do mundo, eu trabalhava muito com desenvolvimento de produto e pesquisa aplicada, e hoje em dia fa\u00e7o a\u00e7\u00f5es similares junto com meus alunos, e sinto muita satisfa\u00e7\u00e3o quando vejo a f\u00edsica aplicada para resolu\u00e7\u00e3o de problemas\u201d.<\/p>\n<p>Val\u00e9ria ressalta que, na pr\u00e1tica, o cliente ou empresa chega com alguma defasagem que ocorre na opera\u00e7\u00e3o do dia a dia, e ela, juntamente com seus alunos, desenvolve a instrumenta\u00e7\u00e3o, os sensores \u00f3ticos, a aplica\u00e7\u00e3o e o andamento do projeto, para chegar \u00e0 solu\u00e7\u00e3o do desafio imposto.<\/p>\n<p>Atualmente, a pesquisadora e professora lidera pesquisas e aplica\u00e7\u00f5es nas \u00e1reas de tecnologias qu\u00e2nticas realizadas no Centro de Compet\u00eancia Embrapii. Os estudos em t\u00e9cnicas de criptografia qu\u00e2nticas tornar\u00e3o a transmiss\u00e3o de dados mais seguras, dificultando o hackeamento e a invas\u00e3o. Essa tecnologia se torna cada vez mais importante em um mundo digital, em a\u00e7\u00f5es que contemplam desde transa\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias, dados pessoais, de sa\u00fade, at\u00e9 de seguran\u00e7a nacional.<\/p>\n<p>Val\u00e9ria enxerga a for\u00e7a feminina na \u00e1rea de pesquisa. \u201cAcho que pelo fato de eu ser mulher, acabo influenciando para que alunas procurem nosso projeto para estudar e colaborar\u201d, conta. <\/p>\n<h3>Maternidade e ci\u00eancia<\/h3>\n<p>Natural de Jo\u00e3o Pessoa, na Para\u00edba, Samara Nascimento \u00e9 uma mulher que n\u00e3o desiste dos seus sonhos e da ci\u00eancia. M\u00e3e de tr\u00eas filhos, ela interrompeu os estudos por algum tempo, em raz\u00e3o das gesta\u00e7\u00f5es, mas, agora, aos 31 anos e com uma experi\u00eancia acumulada de diversos est\u00e1gios na \u00e1rea de pesquisa cient\u00edfica, est\u00e1 prestes a concluir o ensino superior e se tornar, oficialmente, pesquisadora na Unidade Embrapii do Polo de Inova\u00e7\u00e3o do Instituto Federal da Para\u00edba (IFPB), na \u00e1rea de sistemas de manufatura e automa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em Jo\u00e3o Pessoa, Samara casou e teve o primeiro filho 2017. Um ano depois, conseguiu se colocar no mercado de trabalho. Em 2018, engravidou novamente e, em 2019, decidiu voltar ao curso superior de Automa\u00e7\u00e3o Industrial no Instituto Federal da Para\u00edba &#8211; IFPB. Quando j\u00e1 havia retomado as aulas, descobriu a gesta\u00e7\u00e3o do terceiro filho, que nasceu em 2020, durante a pandemia do coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>\u201cLembro de ouvir as aulas enquanto amamentava ou dava banho no beb\u00ea, quando as atividades da faculdade retomaram de forma on-line. N\u00e3o era f\u00e1cil, mas nunca usei meus filhos como desculpa para deixar de ir atr\u00e1s de meus sonhos e objetivos. Pelo contr\u00e1rio, tudo o que fa\u00e7o \u00e9 pensando neles. Posso dizer que n\u00e3o sou uma pessoa que desiste facilmente de nada\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Com o fim da pandemia, Samara retornou \u00e0 Universidade e se candidatou a uma vaga de est\u00e1gio na Unidade Embrapii, na \u00e1rea de sistemas para manufatura. Concorrendo com mais quatro colegas, todos do g\u00eanero masculino, foi aprovada para trabalhar no Laborat\u00f3rio Assert. Inicialmente, ficou alocada na \u00e1rea de desenho mec\u00e2nico, mas em raz\u00e3o de sua curiosidade e proatividade, foi transferida para atuar na \u00e1rea de automa\u00e7\u00e3o, onde faz trabalho pesado na montagem de pain\u00e9is e instala\u00e7\u00e3o de componentes em m\u00e1quinas industriais.<\/p>\n<p>Samara concluiu a grade de disciplinas e agora est\u00e1 em fase de elabora\u00e7\u00e3o do Trabalho de Conclus\u00e3o do Curso (TCC). O pr\u00f3ximo passo, segundo ela, \u00e9 buscar uma vaga efetiva na Universidade. \u201cH\u00e1 uma boa chance de ser contratada como pesquisadora, depois que me formar. Tenho orgulho da minha trajet\u00f3ria e destaco que s\u00f3 cheguei at\u00e9 aqui por causa do apoio do meu esposo, que sempre me incentivou a estudar e trabalhar, e da minha fam\u00edlia que sempre me ajudou no cuidado com as crian\u00e7as e em diversos outros aspectos\u201d. <\/p>\n<h3>Mais mulheres negras na ci\u00eancia<\/h3>\n<p>A pesquisadora Adriana Correa da Silva nasceu em Porto Alegre e, com apenas 36 anos, j\u00e1 trilhou um longo caminho de sucesso profissional e acad\u00eamico. Hoje ela \u00e9 pesquisadora de p\u00f3s-doutorado na Unidade Embrapii-Ceinfar\/USP (Centro de Inova\u00e7\u00e3o em F\u00e1rmacos do Instituto de Ci\u00eancias Biom\u00e9dicas da Universidade de S\u00e3o Paulo) e atua em um projeto para identifica\u00e7\u00e3o de novos f\u00e1rmacos para doen\u00e7as negligenciadas como, por exemplo, doen\u00e7a de Chagas, leishmaniose e chikungunya. Mulher, negra e com origem de classe m\u00e9dia baixa, ela \u00e9 um exemplo para jovens meninas que desejam ingressar no mundo da ci\u00eancia.<\/p>\n<p>Adriana estudou em escola p\u00fablica e tentou ingressar na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) por dois anos, ap\u00f3s se formar no curso de Auxiliar de Laborat\u00f3rio. Em 2009, conquistou uma vaga no curso de Biomedicina, atrav\u00e9s da pol\u00edtica de A\u00e7\u00f5es Afirmativas implementada pela universidade. Inicialmente, teve dificuldades com o alto n\u00edvel de estudos exigidos no curso &#8211; um dos mais concorridos da UFRGS.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, por meio dos Programas de Apoio \u00e0 Gradua\u00e7\u00e3o (PAG), mantidos pela Universidade para aux\u00edlio aos estudantes ingressantes pela A\u00e7\u00f5es Afirmativas, entre outros, conseguiu superar as barreiras da diferen\u00e7a de qualidade entre o ensino m\u00e9dio e o ensino superior. \u201cDurante a faculdade, cheguei a fazer est\u00e1gios em banco de sangue e em laborat\u00f3rios de an\u00e1lises cl\u00ednicas. Mas a bolsa de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica me deu a oportunidade para que, bastante cedo, j\u00e1 pudesse perceber que a \u00e1rea de pesquisa era algo de que gostava. A consolida\u00e7\u00e3o da minha carreira veio a partir dessa experi\u00eancia\u201d, conta Adriana.<\/p>\n<p>Terminando a gradua\u00e7\u00e3o, j\u00e1 iniciou o mestrado em Biologia Molecular e Celular, tamb\u00e9m na UFRGS. Logo em seguida, ingressou no doutorado em Biotecnologia e Bioci\u00eancias na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Como parte das atividades do curso, ela conquistou uma bolsa de doutorado sandu\u00edche da CAPES (Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior) e estudou na London School of Hygiene and Tropical Medicine, em Londres, na Inglaterra, onde realizou um trabalho de pesquisa utilizando um m\u00e9todo inovador, a bioluminesc\u00eancia para avalia\u00e7\u00e3o de tratamentos para doen\u00e7as negligenciadas. <\/p>\n<p>\u201cDurante o per\u00edodo em que estudei em Londres, tive contato com mais pessoas etnicamente diversas, como mulheres e homens \u00e1rabes, africanos e asi\u00e1ticos, no ambiente acad\u00eamico do que no Brasil. Tive que ir a um pa\u00eds europeu para me sentir mais confort\u00e1vel e melhor recebida, para me sentir fortalecida do ponto de vista das diversidades raciais e de g\u00eanero.\u201d, avalia Adriana. \u201cNo Brasil, existe preconceito e a mulher \u00e9 subjugada. Ainda \u00e9 muito comum que me perguntem se trabalho na faxina ou na administra\u00e7\u00e3o. Pouco me perguntam se sou p\u00f3s-doutoranda ou se tenho uma posi\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7a\u201d, relata.<\/p>\n<p>Adriana destaca que o assunto precisa ser debatido para que as novas gera\u00e7\u00f5es encontrem menos barreiras pela frente. \u201cAinda desmerecem o valor cient\u00edfico e profissional da mulher. Ela sempre precisar\u00e1 ter um curr\u00edculo impec\u00e1vel para se destacar. O peso de uma falha de uma mulher sempre ser\u00e1 maior do que uma falha de um homem branco. A gente precisa de outras mulheres negras falando sobre ci\u00eancia e se expressando para criarmos uma normalidade no ambiente cient\u00edfico\u201d, pontua.<\/p>\n<p>A partir de todas as experi\u00eancias acad\u00eamicas e profissionais que acumulou, h\u00e1 pouco mais de dois anos, Adriana foi contratada para atuar como pesquisadora na parceria firmada com a Drugs for Neglected Diseases initiative (DNDi) e a Unidade Embrapii-Ceinfar\/USP. Hoje, busca solu\u00e7\u00f5es inovadoras para o combate \u00e0s doen\u00e7as comuns em pa\u00edses tropicais, classificadas como negligenciadas pela OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade), pelo baixo grau de investimento por parte das ag\u00eancias de pesquisa mundiais e ind\u00fastria farmac\u00eautica, em compara\u00e7\u00e3o com o alto \u00edndice de pessoas afetadas. A pesquisadora a satisfa\u00e7\u00e3o de poder contribuir para a busca de solu\u00e7\u00f5es nessa \u00e1rea, que \u00e9 um desafio para a sa\u00fade p\u00fablica brasileira e mundial.<\/p>\n<h3>No mundo de TICs<\/h3>\n<p>Moradora do munic\u00edpio de Formiga, no interior de Minas Gerais, e pertencente a uma fam\u00edlia de baixa renda, Thaciane Nayara Oliveira, 19 anos, estudou em escolas p\u00fablicas durante toda a vida. Com boas notas, foi aprovada conquistou uma vaga para cursar o ensino t\u00e9cnico no Instituto Federal Minas Gerais (IFMG), campus Formiga. Ela acaba de concluir o curso de inform\u00e1tica e pretende continuar os estudos para trabalhar com desenvolvimento de websites.<\/p>\n<p>Thaciane conta que quando ingressou no ensino t\u00e9cnico encontrou uma sala de aula composta predominantemente por meninos. \u201cDe um total de 30 alunos, pouco mais de dez eram meninas. E ainda podemos dizer que a minha turma foi uma exce\u00e7\u00e3o, com n\u00famero de meninas acima da m\u00e9dia. A maioria delas, no entanto, pretende atuar em \u00e1reas mais voltadas para humanas. S\u00e3o poucas que, como eu, v\u00e3o migrar para o desenvolvimento de sistemas.\u201d, avalia.<\/p>\n<p>Durante os tr\u00eas anos do curso, contou com aux\u00edlio permanente oferecido pelo IFMG para alunos de baixa renda, tendo recebido R$ 150 por m\u00eas nos dois primeiros anos e R$ 400 por m\u00eas no ano de conclus\u00e3o. Thaciane se destacou na \u00e1rea de desenvolvimento e, por esse motivo, foi selecionada para um est\u00e1gio na Unidade Embrapii do IFMG. Ela atuou no projeto \u201cPlataforma Prumo de Intelig\u00eancia Operacional\u201d, que prev\u00ea a constru\u00e7\u00e3o de um sistema que permitir\u00e1 que a empresa possa identificar oportunidades de neg\u00f3cios de forma automatizada.<\/p>\n<p>Atualmente, Thaciane estuda para ingressar no curso de Ci\u00eancias da Computa\u00e7\u00e3o, no pr\u00f3prio IFMG. Ela espera que, no futuro, as mulheres sejam mais valorizadas e encontrem menos barreiras ao trabalhar em \u00e1reas predominantemente ocupadas por pessoas do g\u00eanero masculino. <\/p>\n<p> <a href=\"https:\/\/delas.ig.com.br\/\" data-mce-href=\"https:\/\/delas.ig.com.br\/\">Saiba mais sobre moda, beleza e relacionamento. Confira as not\u00edcias do iG Delas!<\/a> <\/p>\n<p id=\"infocoweb_fonte\" class=\"infocoweb_fonte\">Fonte: <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/delas.ig.com.br\/2024-02-11\/mulheres-na-ciencia.html#ef104103-7a91-4b7a-8be6-18c22a1ff932\" rel=\"noopener\">Mulher<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Divulga\u00e7\u00e3o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ci\u00eancia As estat\u00edsticas apontam que a ci\u00eancia ainda \u00e9 um setor dominado pelo g\u00eanero masculino. 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