MEC acompanha doação de terreno para novo campus do IFMG

Educação

O ministro da Educação, Camilo Santana, assinou, nesta quinta-feira, 28 de agosto, em evento em Belo Horizonte (MG), os termos de execução dos blocos pedagógicos de dois novos campi do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) no estado: Bom Despacho e João Monlevade. As unidades integram a expansão dos mais de 100 novos campi de Institutos Federais pelo Brasil. O ministro também participou de ato de doação do terreno pela prefeitura da capital mineira ao IFMG para a construção do novo campus de Belo Horizonte no bairro Barreiro. Em visita à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no Campus Pampulha, anunciou a retomada da obra do anexo da Escola de Música. Todas as obras contam com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC).

Para a expansão do IFMG, o Ministério da Educação (MEC) está investindo R$ 75 milhões. Além disso, são destinados recursos na consolidação de Institutos Federais de todo o país, com investimento de R$ 1,4 bilhão. Essa ação tem como foco os campi que ainda não têm infraestrutura completa. As prioridades são a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula, laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em sedes próprias. Para o IFMG, são R$ 32,3 milhões de investimentos. De 2023 a 2025, já foram repassados R$ 20,5 milhões. 

Atualmente, o IFMG conta com 18 campi e um Polo de Inovação, que ofertam 262 cursos para 48.165 estudantes matriculados e têm, em seu quadro de profissionais, 1.039 docentes, além de 793 técnicos-administrativos em educação. 

Além dos municípios de Belo Horizonte, Bom Despacho e João Monlevade, o estado de Minas Gerais também está recebendo novos campi nas seguintes cidades: 

  • Itajubá: Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS) 
  • Caratinga e São João de Nepomuceno: Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais (IF Sudeste MG)  
  • Minas Novas: Instituto Federal Norte de Minas Gerais (IFNMG) 
  • Sete Lagoas: Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM) 

UFMG – As obras de consolidação na Universidade Federal de Minas Gerais contam com R$ 51,7 milhões do Novo PAC. Estão previstas a construção do anexo da Escola de Música e do anexo da Escola de Enfermagem; as obras das quadras da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO); e as obras da cobertura do anexo 2 da Faculdade de Educação.  

A obra do anexo da Escola de Música recebeu um investimento de R$ 25 milhões do Novo PAC. A construção estava paralisada desde 2018. Com a retomada de obras, o equipamento beneficiará mais de 1,3 mil estudantes de graduação, pós-graduação e extensão. 

Expansão e consolidação nacional  

Universidades e Hospitais Universitários – Em 2024, o governo federal anunciou o investimento de R$ 5,5 bilhões para a consolidação e a expansão das universidades e dos hospitais universitários federais. O recurso é parte do Novo PAC e será dirigido à criação de 12 novos campi universitários, espalhados pelas cinco regiões do país, e a melhorias na infraestrutura de todas as 69 universidades federais. Além disso, repassou R$ 1,75 bilhão para realização de obras em 31 hospitais universitários da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), sendo 8 novos hospitais.  

Institutos Federais – Com o intuito de ampliar a oferta de vagas na educação profissional e tecnológica, o governo federal está criando oportunidades para jovens e adultos, especialmente para os mais vulneráveis. Nesse sentido, o MEC implanta mais de 100 novos campi dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. A iniciativa contempla todos os estados e o Distrito Federal, gerando 142 mil novas vagas, majoritariamente em cursos técnicos integrados ao ensino médio. Para isso, o investimento é de R$ 2,5 bilhões na construção dos novos campi, além de R$ 1,4 bilhão na consolidação dos Institutos Federais existentes, com foco na construção de restaurantes estudantis, bibliotecas e ampliação de salas de aula e laboratórios.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação