Com premiações milionárias, Esportes Equestres movimentam mercado de cavalos no Brasil

São Paulo firma sua posição, entre os estados brasileiros que pagam as maiores premiações em eventos equestres, com destaque para o ‘Grand Prix Haras Raphaela’. Sua 15ª edição, que ocorrerá de 02 a 07 de março, no Complexo Haras Raphaela, em Tietê (SP), distribuirá uma premiação milionária de R$ 1.150.000,00, aos campeões de 23 categorias. A competição, que terá entrada gratuita, atrairá os melhores atletas da modalidade de Três Tambores do país.

Roberto Ulhoa, R4 Eventos, organizador do Grand Prix, destaca que este não é apenas um evento, mas o ponto de partida da temporada das melhores provas nacionais da modalidade. O evento, oficializado pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM), receberá ainda uma etapa do Circuito Nacional de Três Tambores ( ANTT) proporcionando uma experiência única aos amantes dos cavalos de velocidade.

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Não há Natal em Belém

“… vendo-se iludido pelos magos, enfureceu-se Herodes e mandou matar todos os meninos de Belém e seus arredores, de dois anos para baixo, conforme o tempo do qual com precisão se informara dos magos. Então, se cumpriu o que fora dito por intermédio do profeta Jeremias: Ouviu-se um clamor em Ramá, pranto, e grande lamento; era Raquel chorando por seus filhos e inconsolável porque não mais existiam.” (Mateus, 2:16-18)

Este ano, a Estrela de Belém não brilhará!

Não haverá anjos cantando e anunciando o nascimento do Deus-criança. O Natal em Belém foi cancelado. Na Praça da Manjedoura não há luzes que lembram a Estrela-guia, porque não há alegria em Belém.

O pastor luterano Munther Isaac, da Igreja Evangélica da Natividade, explica o porquê: “Quem pode ter vontade de comemorar se estamos arrasados com as imagens que vemos todos os dias de crianças sendo retiradas dos escombros de Gaza?”

Diferente do menino-Deus que foi salvo da política infanticida de Herodes, crianças, deste ano de 2023, não tiveram a mesma sorte e foram assassinadas por um conflito insano.

Natal é noite de luz, Natal é esperança, Natal é brilho nos olhos, Natal é encontrar Jesus na manjedoura sorrindo para nós e, com seus olhinhos infantis, anunciando que tudo ficará bem.

Em Belém não será assim. Lá, as “Raquéis” palestinas não celebrarão o nascimento de seus pequenos. Elas choram inconsoláveis por seus filhos, porque eles já não existem mais.

A luz da Estrela-guia foi ofuscada pelos mísseis e não guiou os magos do Oriente. Diferente de 2023 anos atrás, hoje, a Estrela-guia ilumina os corpinhos das mais de 10 mil crianças mortas.

Como Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), gostaríamos imensamente de oferecer uma mensagem de Natal bonita e alegre, no entanto, este ano, o Natal nos exige silêncio e oração, porque os mísseis e o barulho das armas competem com o coro celestial dos anjos.

Da cidade de Belém e das terras empoeiradas da Palestina, a mensagem que recebemos é que, desta vez, a violência em forma de guerra não quer que encontremos a pequena criança na Manjedoura.

Não há Natal em Belém!

Que a multidão dos anjos que canta “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na Terra entre todas as pessoas a quem Deus quer Bem” (Lc 2:13,14) seja mais forte que o barulho estridente das armas e console as Raquéis, Marias e Josés sem seus filhos.

Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC)

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JB Rico é um dos artistas convidados deste domingo, 03/12, na exposição da Pr. Osvaldo Cruz, em São Paulo

JB Rico, o pai de santo que virou pintor, tem mais de 60 obras de pintura em acrílico sobre tela e também, sobre MDF. As telas que variam entre 70 cm e 150 cm e têm sido trabalhadas no dia a dia de JB Rico, que hoje é aposentado e mora com a família, em São Paulo. A venda das obras, segundo ele, visa a ajudar em suas despesas médicas e cuidados com sua saúde.

Sincretismo religioso Uma das temáticas preferidas de JB Rico é a inspirada por sua religião, o Candomblé, cuja matriz é africana, trazida pelos escravos, mas que hoje é uma das expressões do chamado sincretismo religioso. Na época, o catolicismo imposto pelos senhores de escravos acabou se misturando com a cultura dos povos escravizados, criando assim, várias expressões de fé – religiões afro-brasileiras.

O artista é neto de uma escrava, da qual herdou a dedicação aos orixás. Nascido em Paraibuna (SP), hoje mora na Capital e se auto define  como “impressionista”. Ele conta que começou a pintar aos 18 anos e até hoje é a arte que pauta o seu dia e suas expressões. É pai de santo do Candomblé, por devoção, e já foi vendedor, por vocação. Como autodidata, iniciou com estilo primitivista e aos poucos foi introduzindo em sua arte, um traço forte e imaginação fértil, passando para o impressionismo.

Na casa onde vive, azulejo da cozinha, armarinho do banheiro, ua panela que caiu em desuso, portas entre um cômodo e outro e até pedaços de madeira deixados no quintal viram arte. “Quando eu percebo, já pintei tudo que vi pela frente, porque é a arte que me conduz”, relata JB Rico, enquanto exibe seus trabalhos, na casa onde vive, no bairro da Lapa, zona Oeste de São Paulo.
 
Para aquisição das obras, independente da exposição, basta enviar mensagem para +55 12 99760-2118, com Carlos Alberto, ou ligar para o 11 3022- 6345. O pagamento pode ser feito por meio de cartão de crédito, em até 3 vezes. Aceita-se PIX. 

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PGR denuncia governador do Acre Gladson Cameli por prejuízo de R$ 11,7 milhões aos cofres públicos e pede afastamento do cargo

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou, nesta terça-feira (28), o governador do Acre, Gladson de Lima Cameli (PP), e outras doze pessoas pelos crimes de organização criminosa, corrupção nas modalidades ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraude a licitação. Iniciadas em 2019, as práticas ilícitas descritas na denúncia teriam causado prejuízos de quase R$ 11,7 milhões aos cofres públicos. Além da condenação de forma proporcional à participação individual no esquema criminoso, o subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos pediu o afastamento do governador até o fim da instrução criminal. Somadas, as penas pelos crimes podem ultrapassar 40 anos de reclusão.

A denúncia foi apresentada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), foro para processamento de autoridades como governadores, e está restrita a um dos fatos apurados na Operação Ptolomeu: irregularidades envolvendo a contratação fraudulenta da empresa Murano Construções LTDA, que teria recebido R$ 18 milhões dos cofres públicos para a realização de obras de engenharia viária e de edificação. Além do governador, também foram denunciados a mulher de Cameli, dois irmãos do chefe do Poder Executivo, servidores públicos, empresários e pessoas que teriam atuado como “laranjas” no esquema.

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 Tem armadilhas no arcabouço

 O Novo Arcabouço Fiscal é uma regra criada para substituir a Emenda Constitucional 95/2016 (EC95), conhecida como a PEC do congelamento dos gastos. Esse novo regime fiscal, instituído pela Lei Complementar 200, de 2023, decorre do compromisso firmado pelo governo quando da aprovação da PEC da transição (PEC 32/2022), em dezembro de 2022. Esse novo regramento foi aprovado por uma maioria muito significativa e surpreendente. Foram mais de 370 votos dos deputados e de 55 votos dos senadores, o que pode ser explicado pelo fato de que essa regra mantém a lógica de limitação de gastos, que foi inaugurada pela EC95, diferenciando-se desta pela ampliação dos limites, já que agora prevê que os gastos podem crescer acima da inflação.

A EC95 interrompeu um ciclo de crescimento dos gastos orientado pela necessidade de ampliação das políticas públicas, como determina a Constituição Federal de 1988, e estabeleceu que os gastos primários só poderiam ser corrigidos pelo índice de inflação do ano anterior. De fato, isso significa uma redução de gastos, pois a população e as necessidades de políticas públicas crescem acima do índice de inflação.De acordo com o novo regime, os gastos poderão crescer até 70% do crescimento da arrecadação tributária, mas esse crescimento não pode ser superior a 2,5% acima da inflação.

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BNDES e Petrobras investem R$ 47,3 milhões na recuperação de manguezais e restingas

ito projetos vencedores do edital “Manguezais do Brasil” vão contar com R$ 47,3 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Petrobras para ações de recuperação da vegetação nativa em áreas de manguezal e restinga nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil. A iniciativa está voltada à recuperação de áreas degradadas para proteção da biodiversidade e adaptação às mudanças climáticas.

Com este apoio a projetos de recuperação, vamos contribuir para a conservação da biodiversidade e dos recursos hídricos, a remoção de dióxido de carbono da atmosfera e a geração de emprego e renda nas comunidades impactadas”

Aloizio Mercadante, presidente do BNDES

Os recursos serão aplicados na recuperação de 1.757 hectares de vegetação, o equivalente a 2,2 mil campos de futebol, em três macrorregiões (Costa Norte, Nordeste/Espírito Santo e Sul/Sudeste) definidas pelo Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal, do ICMBio. A gestão operacional e a execução dos projetos ficarão a cargo do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), parceiro gestor do Floresta Viva.

“Devido à sua localização na costa litorânea, esses ecossistemas sofrem ameaças decorrentes da expansão urbana e de atividades humanas. Com este apoio a projetos de recuperação, vamos contribuir para a conservação da biodiversidade e dos recursos hídricos, a remoção de dióxido de carbono da atmosfera e a geração de emprego e renda nas comunidades impactadas”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

“O manguezal, ecossistema do bioma Mata Atlântica que será restaurado por esses projetos, é um importante aliado na mitigação das mudanças climáticas. Através dessa parceria com o BNDES, reforçamos nossa contribuição para transformar nossos resultados em retorno para a sociedade e o meio ambiente”, afirmou Jean-Paul Prates, presidente da Petrobras.

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Bahia – Festival de Jazz na Praia do Forte terá apresentações imperdíveis

Você já pode se preparar para mergulhar em um fim de semana repleto de melodia e encanto durante a aguardada 3ª edição do Festival Jazz no Castelo – Música e Arte! De 1 a 10 de dezembro, o majestoso Castelo Garcia D’Ávila, em Praia do Forte, será cenário de apresentações imperdíveis, iniciando sempre às 17h. Este evento musical, que se estenderá por dois finais de semana, promete uma experiência memorável, apresentando uma programação diversificada com renomados artistas que certamente encantarão o público ao longo dos dias. Uma área gourmet com comidas e bebidas da região (não incluídas no preço do ingresso) estará à disposição do público. Os ingressos – R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) – estão à venda no Sympla. Além disso, o festival oferecerá shows gratuitos no coreto da charmosa Vila da Praia do Forte, tornando-o inesquecível para os amantes da boa música

Sob a coordenação de Geisy Fiedra, presidente do Conselho Curador da Fundação Garcia D’Ávila, com curadoria e produção de Thaise Costa Pinto e direção musical de André Leão, o festival busca proporcionar uma experiência musical diversificada para nativos, turistas e visitantes. Além de destacar os estilos consagrados de jazz, blues e soul, o evento celebra os ritmos populares que compõem a rica identidade cultural baiana. Realizado em um espaço artístico e de entretenimento que vem se consolidando como um dos mais vibrantes e significativos da Bahia, o festival não apenas fomenta o intercâmbio entre artistas locais e músicos de renome nacional, mas também eleva o local como um centro pulsante de cultura e entretenimento.

“Com grande entusiasmo, anunciamos a 3ª edição do Festival Jazz no Castelo, um evento muito importante para a Fundação Garcia D’Ávila, que impulsiona a cultura e proporciona às bandas uma oportunidade de exibirem sua qualidade musical. A presença de produtores locais na feira gastronômica e de artesanato enriquece a experiência. Este evento não só divulga nosso patrimônio histórico, incluindo o novo museu, a projeção do Videomapping e as novas instalações, mas também se torna uma tradição no calendário do Castelo”, enfatiza Geisy Fiedra.

O Jazz no Castelo é uma realização da Fundação Garcia D’Ávila, com o patrocínio do Hiperideal e Governo da Bahia, através do FazCultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda.

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Lula indica Flávio Dino ao STF e Paulo Gonet à PGR

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, encaminhou, nesta segunda-feira, 27 de novembro, ao presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, as indicações de Flávio Dino ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal e de Paulo Gonet ao cargo de procurador-geral da República.

Atual ministro da Justiça e Segurança Pública, o maranhense Flávio Dino tem 55 anos e ampla experiência no setores público e privado. Graduado em direito pela Universidade Federal do Maranhão em 1991 e mestre pela Universidade Federal de Pernambuco em 2001, já atuou como advogado, professor, político e magistrado. Foi eleito senador da República no pleito de 2022 e exerceu os cargos de governador do Maranhão (2015 a 2022), deputado federal (2007 a 2014) e presidente da Embratur (2011 a 2014). Entre 1994 e 2006, ocupou a função de Juiz Federal da 1ª Região e foi presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil de 2000 a 2002.

Nascido em 16 de agosto de 1961 no Rio de Janeiro, Paulo Gustavo Gonet Branco graduou-se em Direito pela Universidade de Brasília (UnB) em 1982, concluindo mestrado em Direitos Humanos na Universidade de Essex em 1990 e doutorado em Direito, Estado e Constituição na UnB em 2008. Com Gilmar Ferreira Mendes e Inocêncio Mártires Coelho, fundou em 1998, em Brasília, o Instituto Brasiliense de Direito Público, atual Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). Tem trajetória no Ministério Público Federal desde 1987, atuando como subprocurador-geral da República. Desde julho de 2021, é vice-procurador-geral eleitoral.

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Comunidades pesqueiras afetadas por enchentes no Rio Grande do Sul recebem mais de 4 mil cestas básicas

A Superintendência da Pesca e Aquicultura no Rio Grande do Sul concluiu na semana passada a entrega de 4.382 cestas básicas fornecidas pelo Ministério do Desenvolvimento Social para pescadores e pescadoras afetados pelas tempestades que vem castigando os municípios gaúchos.  

As entregas começaram na quarta-feira (22), com 130 cestas básicas doadas a vila de pescadores no município de Tapes, no Sul do estado, à beira da Lagoa dos Patos. Na quinta, (23), 45 unidades foram destinadas  a Colônia de Pescadores Z-4, localizada no município de Viamão, também na beirada da Lagos dos Patos, só que mais ao norte. Os mantimentos foram recebidos pelo presidente da colônia, Antônio Carvalho.  

“O apoio do Congresso Nacional foi fundamental nessa ação emergencial. Tive acesso às demandas da comunidade depois de me reunir com os deputados Alexandre Lindenmeyer e Zé Nunes (ambos do PT-RS) e integrantes da frente parlamentar em defesa do setor pesqueiro gaúcho. Juntos temos o compromisso de colaborar ativamente na recuperação dessas comunidades”, afirmou o ministro da Pesca e Aquicultura (MPA), André de Paula.  

“As fortes chuvas inviabilizaram totalmente o trabalho dos pescadores, trazendo impacto significativo na renda das famílias, deixando os pescadores artesanais em situação de vulnerabilidade social”, explicou a superintendente da Pesca e Aquicultura do MPA, Ana Spinelli. 

A iniciativa visa atender às necessidades urgentes de municípios afetados, como Barra do Quaraí, Guaíba, Rio Grande, São José do Norte, Pelotas, Viamão, Porto Alegre, São Lourenço do Sul, Uruguaiana, Itaqui, Cachoeira do Sul, Palmares do Sul, Ijuí, Estrela, Arroio Grande, Jaguarão, Taquari, São Nicolau, Rio Pardo, Tapes e São Jerônimo. 

A ação conta também com a parceria da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), da Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que contribuiu no transporte das cestas básicas para as colônias de pescadores nos municípios. Na etapa de entrega às famílias, teve o apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater-RS).

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