“Quem não lê espera ajuda!”, alerta pedagoga do CEUB sobre 9,6 milhões de brasileiros analfabetos

14 de novembro marca o Dia Nacional da Alfabetização no Brasil. Para celebrar a data com efetividade, a docente do curso de Pedagogia do Centro Universitário de Brasília (CEUB) Ana Gabriella Sardinha indica soluções para aumentar o desempenho da educação básica no país, com iniciativas de informação e busca ativa. A pedagoga provoca educadores, governantes e a sociedade civil a refletirem sobre o analfabetismo e a importância da alfabetização para o desenvolvimento social e econômico mundial.

“A alfabetização de adultos e idosos amplia as oportunidades, sejam elas educacionais ou profissionais. Amplia as possibilidades de se viver em sociedade com autonomia e liberdade. Quem não lê espera ajuda!”, destaca. Para combater as desigualdades, a docente do CEUB defende priorizar a oferta de educação para as classes populares, os pardos e negros, as mulheres, o idosos e os que passam por privação de liberdade. Segundo Ana Gabriella, cada estudante seja acolhido por instituições de ensino próximas às suas residências ou trabalho.

Sobre o acesso ao ensino básico de qualidade no país, Ana Gabriella explica que, no Brasil, o conceito qualitativo se divide em sete dimensões: ambiente educativo, prática pedagógica, avaliação, gestão escolar democrática, formação e condições de trabalho dos profissionais da escola, espaço físico escolar e, por fim, acesso, permanência e sucesso na escola. “Ainda não estamos com bons resultados nos índices nacionais e internacionais, mas já conseguimos organizar e corrigir nossas rotas,” detalha a educadora.

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Cavalo Árabe obtém novo recorde nacional na Seis Balizas

Na última quarta-feira (08/11), a Exposição Nacional do Cavalo Árabe de Esporte, realizada no Centro Hípico de Tatuí, no interior do estado de São Paulo, registrou um feito histórico no cenário equestre da raça. Laura da Fonseca e seu cavalo de sangue Árabe Folhetim Pat conquistaram um novo recorde nacional na Seis Balizas, com o tempo de 21s216, competindo pela categoria Amador.

Originários do Rio Grande do Sul, a dupla não apenas fez história ao quebrar o recorde anterior, mas também mostrou o valor do trabalho árduo e dedicação aos esportes equestres. Laura da Fonseca expressou sua gratidão, afirmando: “A gente veio lá do Rio Grande do Sul, então, só de estar aqui já é muito bom, e ainda com esse resultado mostra que todo o esforço que eu e o Folhetim fizemos valeu a pena. Eu queria agradecer todo o apoio da minha família e eu estou muito feliz com o resultado”.

Vale destacar que o recorde anterior na categoria de Seis Balizas do cavalo Árabe estava sob posse de Mauri da Fonseca, tio de Laura. “Nós treinamos e competimos juntos, então, isso faz parte. Estou muito feliz por superar, porque o meu tio é uma inspiração para mim no mundo do esporte e ele conquistou tanta coisa. Então, pra mim, é gratificante bater o recorde dele”, conta a jovem.

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PARANÁ – Projeto vencedor do Agrinho colocou alunos de colégio agrícola para aplicar conhecimento na prática

O estudante João Gustavo Verner Eidam, de 16 anos, estava no supermercado em um início de noite, no final de setembro, quando seu celular vibrou. Ao ler a mensagem que havia chegado, o jovem mal acreditou. Uma colega do Colégio Estadual de Educação Profissional Agrícola Augusto Ribas, de Ponta Grossa, Campos Gerais, informava que o grupo deles havia vencido o Concurso Agrinho, na categoria Relatório de Pesquisa – Colégio Agrícola, inédita na edição 2023 .

Verner Eidam sentiu, enfim, que todo esforço dele e de seus colegas Ana Júlia da Silva, Anne Elise Mariano, Roberta Cristina Fonseca e Hannah Fioresi Colodel valeu a pena. O grupo esteve
no evento de premiação, no dia 30 de outubro, para receber os prêmios.

O projeto vencedor começou a ser delineado em maio, quando o professor Aldaci Leite Torres recebeu do diretor o convite para orientar os alunos em um estudo para o Concurso Agrinho. Então, o docente e os estudantes passaram a realizar reuniões e decidiram concentrar esforços nas hortas do colégio agrícola – que tem uma área de plantio de 40,2 mil m² para olerícolas. Ali, o grupo optou em fazer uma avaliação dos resultados que a cobertura vegetal em brócolis traria para a cultura.

“Os alunos fizeram a cobertura vegetal e passaram a analisar parâmetros, como temperatura e pH do solo. Como também adotamos adubação orgânica, os estudantes passaram a avaliar o comportamento do adubo”, explicou o professor. “Também avaliaram a compactação e a química do solo e o desenvolvimento da planta, coletando os dados e planilhando para fazer o relatório detalhado”, acrescentou.

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A utilização da Inteligência Artificial (IA) nas campanhas de marketing político pode trazer tanto benefícios como desafios significativos

Todas as campanhas políticas experimentam novos avanços tecnológicos. No início, utilizava-se os impressos (jornais e panfletos), depois o áudio (rádios e autofalantes), em seguida o vídeo (TV), e agora as plataformas digitais (redes sociais). Todos esses canais são alimentados com conteúdos produzidos por pessoas, mas agora a Inteligência Artificial entra em cena como uma ferramenta que pode desempenhar o papel do criador de conteúdo. Saber utilizá-la surge como o grande desafio para todos que trabalham com comunicação e marketing, especialmente na área de marketing político eleitoral.

A transparência é fundamental para garantir a confiança dos eleitores. As campanhas devem ser claras sobre como estão usando a IA e quais dados estão sendo coletados. Além disso, é essencial respeitar a privacidade dos eleitores e cumprir as leis de proteção de dados.

A IA permite a personalização das mensagens políticas, mas é preciso encontrar um equilíbrio para evitar a manipulação dos eleitores. É necessário definir limites éticos claros e garantir que as mensagens sejam baseadas em informações precisas e relevantes.

A disseminação de notícias falsas é um desafio cada vez mais presente nas campanhas políticas. A IA pode ser utilizada para identificar e combater a desinformação, desenvolvendo algoritmos capazes de detectar conteúdo enganoso e alertar os eleitores.

Os algoritmos de IA são treinados com base em dados históricos, o que pode resultar em viés. É importante garantir que os algoritmos sejam testados e ajustados para minimizar qualquer viés prejudicial, de forma a garantir uma abordagem justa e imparcial.

A adoção da IA requer um alto nível de conhecimento e habilidades técnicas. É fundamental investir na capacitação e educação dos profissionais envolvidos nas campanhas políticas, garantindo que eles compreendam as implicações éticas e técnicas da utilização da IA.

É fundamental que as diversas instituições envolvidas no processo eleitoral estejam voltadas para o mesmo objetivo na utilização da IA. A colaboração entre governos, empresas de tecnologia e especialistas em ética pode ajudar a estabelecer regulamentações e diretrizes claras para o uso da IA nas campanhas políticas. Essas parcerias podem ajudar a garantir que a IA seja usada de maneira ética e responsável.

Não restam dúvidas de que a IA tem o potencial de trazer benefícios significativos para as campanhas de marketing político, mas também apresenta desafios éticos e sociais. A adoção segura e responsável da IA requer transparência, respeito à privacidade, combate à desinformação, minimização de viés algorítmico, capacitação e colaboração entre diferentes partes interessadas. Ao adotar essas medidas, as campanhas políticas podem aproveitar o poder da IA de maneira ética e eficaz.

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Fundo Amazônia e Opirj fortalecem povos indígenas e luta por direitos no Acre

“Nós somos parceiros e precisamos ser respeitados como sociedade indígena, dentro do nosso espaço”, afirma Francisco Piyãko durante cerimônia de assinatura do projeto Fundo Amazônia para a Organização dos Povos Indígenas do Rio Juruá (Opirj).

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai financiar R$ 33,6 milhões do Fundo Amazônia para conservação ambiental e fortalecimento dos povos indígenas, liderado pela Opirj. Este contrato histórico foi formalizado durante uma cerimônia realizada no sábado, 4 de novembro, na Terra Indígena Poyanawa, localizada em Mâncio Lima, no estado do Acre, com a presença de diversas autoridades, incluindo as ministras do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, além da presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Joenia Wapichana, e a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello.

Francisco Piyãko, que é coordenador-geral da OPIRJ, compartilhou suas perspectivas sobre essa iniciativa. “Esse é um projeto básico para a gente começar e dar para fazer muito trabalho nessas comunidades indígenas. A gente tem o desafio e o compromisso de fazer esse projeto andar de acordo com seu espírito,” afirmou.

Ele destacou que por trás desse projeto existe uma intenção profunda de promover um impacto positivo nas comunidades indígenas, protegendo seus direitos, preservando seus territórios e promovendo o desenvolvimento sustentável. Francisco sublinhou a importância de proteger os direitos já conquistados pelas populações indígenas, ressaltando que não estão inventando nada de novo, mas sim lutando para manter o que é de direito.

“Nós povos indígenas, seja aqui no Juruá ou em qualquer lugar onde a gente esteja, lutamos para manter os nossos direitos já conquistados. Não estamos inventando nada. E a gente tem que estar sempre atento, porque dá pra ver que tem muitos trabalhando pra tirar esse direito. A gente nunca sai do nosso limite pra ir brigar com ninguém lá fora,” enfatizou Francisco Piyãko.

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Um mês de guerra: mundo vê escalada de violência no Oriente Médio

Sem perspectiva de fim, a guerra entre Israel e o Hamas chega a um mês nesta terça-feira (7). São mais de 10 mil palestinos mortos, incluindo 4.104 crianças, na Faixa de Gaza, segundo o Ministério da Saúde de Gaza. Do lado israelense, cerca de 1,4 mil pessoas morreram, a maior parte civis, e 240 são mantidas reféns, segundo o governo de Israel.  

Este já é o conflito mais grave em 75 anos de história e desde que Israel e o Hamas se enfrentaram por dez dias em 2021. 

O mundo acompanha a escalada da violência na guerra no Oriente Médio e mobiliza-se para um cessar-fogo, sem sucesso até o momento. Mais no fatosefotosnews.com.br

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Cirurgia robótica é importante aliada na luta contra o câncer de próstata

Estamos no Novembro Azul, mês dedicado à conscientização sobre o câncer de próstata, doença extremamente prevalente na população masculina. Estudos apontam que a enfermidade acomete cerca de 15% dos homens na fase adulta a partir dos 45 anos de idade. “Isso quer dizer que um em cada seis homens vai ter câncer de próstata. Então é importante a consciência de que é preciso fazer o rastreamento para iniciar o tratamento de forma precoce, já que a maioria dos casos não apresenta sintomas”, alerta Ricardo Miyaoka, urologista do Hospital São Luiz Campinas.

Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) estimam 704 mil casos novos de câncer no Brasil para cada ano do triênio 2023-2025, com destaque para as regiões Sul e Sudeste, que concentram cerca de 70% da incidência.

Entre os avanços relacionados ao tratamento da doença, o especialista destaca a cirurgia robótica. Trata-se de um procedimento minimamente invasivo onde o cirurgião comanda braços robóticos que, por meio de pequenas incisões, insere instrumentos e uma câmera no corpo do paciente.
“Essa tecnologia permite uma visão ampliada e movimentos precisos, minimizando o dano aos tecidos circundantes, o que é importante já que em casos de câncer, é necessário retirar a próstata e fazer uma reconstrução da bexiga, em uma região de difícil acesso”, explica Dr. Ricardo.

O especialista explica que essa precisão resulta em menor perda de sangue, incisões menores e uma recuperação mais rápida, com menos efeitos colaterais, que podem envolver, em casos mais graves, incontinência urinária e disfunção erétil (impotência).“Os pacientes relatam ainda menos dor pós-operatória e uma recuperação mais ágil, permitindo que retornem às atividades normais em menos tempo”, enfatiza o urologista do São Luiz Campinas.

Inaugurado no mês de maio, o São Luiz Campinas, da Rede D’Or, é o maior hospital privado do interior paulista e conta com o Robô Da Vinci X, que realiza cirurgias robóticas de diferentes complexidades, nas especialidades de Urologia, Cirurgia Geral, Ginecologia, Cardiologia, Cabeça e Pescoço, Cirurgia Torácica e Geral.

Com 23 centros automatizados, a rede D’Or forma o mais avançado parque de cirurgia robótica da América Latina. 

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Davison Fortunato estrela campanha global da Lacoste

A Lacoste acaba de lançar sua mais nova coleção em colaboração com o paranadador francês Théo Curin, com o objetivo de apoiar projetos esportivos promovidos por personalidades inspiradoras e que promovem a inclusão. O skatista e empreendedor social, Davison Fortunato, é o único representante da América Latina na campanha global da marca e se junta a nomes de peso como o triatleta Tom Lecomte, a atleta canadense de parahóquei Raphaëlle Tousignant e o próprio Théo. Todas as peças já estão sendo vendidas na Europa, América do Norte e chegam às lojas do Brasil no dia 09 de novembro.

Conhecido por seus projetos sociais em prol do skate, Davison é um agente transformador através da cultura skateboarding, gerando oportunidades para a nova geração de skatistas e sendo uma voz ativa na luta pela igualdade, inclusão e empoderamento.

Patrocinado pelo Banco do Brasil, ele organiza campeonatos como o Skate Jam Suzano, que reúne diversos talentos de todos os cantos do país, garantindo ao vencedor um intercâmbio cultural na Flórida, competindo no principal campeonato amador de skate street do planeta e dando um passeio nos parques da Disney. Além disso, também promove o Amazing AM, um circuito interestadual de skate street, que deixa revitalizações nas pistas por onde passa, e o Girls Skate Jam, o único campeonato do Brasil composto 100% por mulheres.

“Me senti muito honrado em representar o Brasil e toda a América Latina nessa nova campanha da Lacoste. Esse projeto representa pessoas que fazem acontecer e criam possibilidades, plataformas para outras se desenvolverem. Acredito que esse é só o início de muitas coisas que iremos construir juntos. Espero que essa iniciativa inspire outras marcas a realizarem projetos dessa forma, quebrando paradigmas e criando novas possibilidades”, conta Davison. Parte dos lucros da colaboração entre Lacoste e Théo Curin serão destinados especialmente aos projetos sociais de cada atleta.

Em 2022, a Lacoste lançou sua primeira coleção em parceria com um atleta com deficiência e, neste ano, a marca volta a apoiar a inclusão, permitindo que os consumidores ajudem em grandes projetos do skate, triathlon, hóquei e da natação. Toda a gravação da campanha foi realizada em Paris, na França.

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Código de Trânsito Brasileiro ainda tem muitas deficiências e precisa melhorar principalmente para combater a violência, diz especialista

Criado em 23 de setembro de 1997, o Código Brasileiro de Trânsito surgiu com o objetivo de reverter e diminuir as estatísticas do trânsito no Brasil. Depois de 27 anos, acidentes de trânsito e mortes ainda são recorrentes. Em 2022 o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima em 45 mil mortos anuais e R$ 50 bilhões de custo econômico o resultado dos acidentes de trânsito no Brasil.

O Código de Trânsito Brasileiro ainda tem muitas deficiências e precisa melhorar, diz o advogado Anderson Cruz, especialista em direitos humanos.

É preciso aumentar os mecanismos de fiscalização para punir os péssimos motoristas, proteger os pedestres e ciclistas, além de combater a cultura da violência. Ao longo dos anos, houve  da criação de mecanismos jurídicos para punir os crimes de trânsito (morte provocada por acidente e a adoção da lei “seca”, devido às suas alterações subsequentes, mesmo assim, atualmente são insuficientes. 

Os acidentes no trânsito são a terceira maior causa de morte no mundo, perdendo apenas para doenças cardíacas e câncer, segundo a Organização Mundial da Saúde.

A maioria dos acidentes do país, é por causa da irresponsabilidade dos condutores, sendo que o principal problema está relacionado à ineficiência do poder público na fiscalização das leis, combinada com às soluções arrecadatórias para o trânsito, como as multas, quase nenhuma atenção à formação de motoristas e pedestres e, a inclinação em especial dos motoristas para burlar as regras.

Vejamos, por exemplo, o que é definido no Art. 28, do Código de Trânsito Brasileiro afirma que o condutor deverá, a todo momento, ter domínio de seu veículo, dirigindo-o com atenção e cuidados indispensáveis à segurança do trânsito.

A responsabilidade do motorista é evidente para evitar acidentes de trânsito, além de bom senso coletivo e social. É necessário que os condutores tenha um bom equilíbrio emocional ao circular no trânsito, pois tem sido comum episódios de brigas, confusões, infelizmente, inclui-se mortes de pessoas, principalmente nos grandes centros. 

No Brasil,  o carro é visto comoum objeto de desejo, considerando a ampla publicidade, incentivada também por políticas governamentais de consumo. Nossas cidades são pensadas para atender a necessidade dos carros e não para os pedestres e sua segurança.

*Anderson Cruz é advogado, pós graduado em Direito Civil, Empresarial e Patrimonial, especialista em Direitos Humanos, membro da Comissão Estadual do Meio Ambiente da OAB de São Paulo, além de ativista social e ambiental.

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