Exposição explora presença de Exu na cultura afro-brasileira
Um dos orixás mais incompreendidos fora dos terreiros, Exu é aquele que concede licença para se concretizar qualquer coisa e protege a encruzilhada, espaço destinado a transições do espiritual para o físico e de fases da vida, na perspectiva de umbandistas, candomblecistas, quimbandistas e outros seguidores de religiões de matriz africana.
Esse indispensável comunicador está representado na exposição Padê – sentinela à porta da memória, aberta até 26 de julho, no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, no Parque Ibirapuera, em São Paulo.

