Antes de apontar o dedo para o Supremo, o Congresso precisa limpar as próprias mãos

Há um ditado popular antigo que diz que macaco quando fala dos outros não olha para o próprio rabo. A imagem é rude, mas descreve com precisão quase cirúrgica o momento político brasileiro. O Congresso Nacional, palco histórico de escândalos, investigações e denúncias de corrupção, ergue agora a bandeira da moralidade institucional para defender a abertura de CPIs e até discutir pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal.

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Juiz corrobora tese de Flávio Bolsonaro ao apontar ‘grupo criminoso’ na Receita

ESTADÃO CONTEÚDO Juiz corrobora tese de Flávio Bolsonaro ao apontar ‘grupo criminoso’ na Receita O juiz José Arthur Diniz Borges, da 8ª Vara Federal do Rio de Janeiro, apontou em um processo que tramita na Justiça Federal do Rio a existência de “um grupo criminoso” na Receita Federal que utiliza acessos privilegiados para instaurar processos […]

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